7 Carros usados SW, bons para você e sua família

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As peruas como eram chamadas no passado, aos poucos perderam esta denominação e no final dos anos 90 passaram a ser conhecidas como SW (station wagon).

No comércio de carros usados sw, existem vários modelos de várias marcas e muitas opções de motorização e acabamento, porém juntei as que mais me agradam, e no final da leitura você tira suas próprias conclusões. Se você está procurando por carros usados SW, eu tenho certeza que poderá achar aqui sua opção de compra.

Antes que me critiquem pelos modelos de carros usados que abordarei no post, quero deixar claro, que isto não é um comparativo. Pesquisei em vários sites de venda de carros usados os preços médios pedidos por cada modelo.

Portanto nível de acabamento, potência e cilindradas, serão diferentes. Meu objetivo é apresentar as características de cada modelo, para ajudar você na decisão de uma possível compra, já que existe um grande número de modelos de carros usados, aguardando um novo dono.

A maneira mais justa que encontrei para escrever sobre essas peruas, foi dividir por faixas de preço.

No entanto, algumas informações relacionadas aos valores, podem sofrer alterações dependendo da região, visto que os preços de carros usados variam bastante de um estado para outro. Lembrando também que o nível de conservação do veículo pode alterar significativamente o valor do veículo para mais ou para menos.

Começarei por modelos mais baratos e um pouco mais antigos, passando ideias de dois modelos mais atuais, bem como por automóveis mais completos e automáticos. Finalmente acabaremos com um veículo mais novo, neste caso usarei como exemplo de carro usado bom para comprar, o modelo 1.8 SW da Fiat.

Lembrando que o Dicas Carros Usados tem como objetivo te ajudar na compra do seu usado, veja abaixo alguns artigos.

Então vamos lá, é hora das “Peruas” !

Ford Escort SW 1.8 16v Glx – Faixa dos R$ 15.000,00

Ano: 2001

Para quem precisa de carros usados familiar com bom porta-malas, o Escort pode ser uma opção a se pensar.

Com seu motor Zetec de 1.800 cilindradas e potência de 115 cavalos, o desempenho é considerado bom, fazendo com que o carro alcance a velocidade máxima de 190 km/h.

carros usados SW escort sw-glx 18i 16v-carro-grande

O câmbio de cinco marchas é suave e preciso, trabalha em conjunto harmônico com o motor.

Sua direção hidráulica é leve e bem calibrada, o que dá mais segurança ao se atingir maiores velocidades, o motor responde bem, só que pelo fato de ter 16 válvulas acaba sendo um pouco tímido em retomadas, mas nada que o desabone.

O consumo de gasolina também não decepciona, mas poderia ser melhor. As marcas alcançadas são de 7,3 km/l na cidade e 11 km/l na estrada.

A capacidade de carga do porta-malas também agrada, são 460 litros, que podem acomodar com facilidade a bagagem de uma família pequena.

Algumas peças podem ser difíceis de encontrar por ser um modelo que já está fora de linha e por ser importado da Argentina, mas pode se encontrar no mercado paralelo por preços que não assustam.

Pontos fracos:

  • Suspensão ruidosa;
  • Descolamento da forração do painel de portas;
  • Rachaduras dos para-choques.

Pontos fortes:

  • Desempenho;
  • Espaço do bagageiro;
  • Conforto.

Chevrolet Corsa Wagon 1.6 16v Gls – Faixa dos R$ 15.000,00

Ano: 2000

Desejado por muitos desde o seu lançamento, o Corsa Wagon até hoje ainda agrada e tem muitos fãs no segmento de carros usados.

Se a sua família é pequena, ou você nem tem família ainda, mas curte o visual da Corsa SW, ela pode lhe agradar, pois conta com muitas qualidades.

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Seu motor Powertech 1.6 com cabeçote multiválvulas entrega bons 102 cv de potência, fazendo com que o carro tenha um desempenho bem satisfatório e alcance 183 km/h de máxima.

Com um bom câmbio de cinco marchas e engates fáceis, a condução se faz de uma forma que agrada.

Mesmo com o volante desalinhado em relação aos pedais, dirigir a Corsa Wagon é muito bom, a direção é leve e o carrinho até que tem boa estabilidade. O motor de 16v reclama em baixas rotações e desagrada um pouco nas retomadas. Esquecendo esse detalhe, o carro é bastante ágil e se comporta bem na estrada e na cidade.

O consumo de gasolina é considerado muito bom, com marcas de 12,1 km na cidade e incríveis 17,6 na estrada induzem você a passear sem se preocupar com muitas paradas para reabastecer.

Nem tudo é perfeito, o porta-malas sempre foi muito criticado por ter apenas 401 litros. Levando-se em consideração que ele é um carro voltado ao uso familiar, deixa a desejar.

Por compartilhar várias peças com o Corsa, não existe dificuldade em encontrá-las, e os preços não são altos.

Pontos fracos:

  • Capacidade do porta-malas;
  • Espaço interno;
  • Motor ruidoso a partir de 100 km/h. 

Pontos fortes:

  • Bom desempenho;
  • Ótimo consumo de combustível;
  • Acabamento.

VW SpaceFox Comfortline 1.6 8V Total Flex – Faixa dos R$ 25.000,00

Ano: 2006

 Você procura uma SW compacta, com espaço interno digno de uma minivan?

Quer isso e ainda mais baixo custo de manutenção, facilidade para encontrar peças, e contar com boa liquidez no mercado carros usados? A Spacefox  pode ser o carro que melhor se encaixa nesse perfil.

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O motor 1.6 EA111 VHT (Very High Torque) impulsiona bem o carrinho e a condução é divertida, garantida pelos 101 cavalos de potência quando abastecido com gasolina. Isso sem falar que o carro chega aos 174 km/h de velocidade final.

O que falar do ótimo câmbio VW de cinco velocidades? Os engates são curtos, suaves, preciso e muito bom de manusear, simples de resumir o comportamento.

Com uma posição mais elevada do que em carros de sua categoria, o prazer de conduzir é ainda maior, isso se torna ainda mais claro nas manobras em que a ampla área envidraçada, ajudada pela boa direção hidráulica facilita esta ação.

O consumo urbano com etanol é de 6,9 km/l chegando aos 9,3 km/l quando se trafega pelas rodovias. Poderia ser melhor considerando a cilindrada e o câmbio.

Já com gasolina obtêm marcas ligeiramente melhores, com 9,0 km/l na cidade e apenas 12,3 km/l viajando na estrada, ainda assim estes números não chegam a empolgar.

O volume do porta-malas é de 430 litros, acho que isso se deve ao fato da VW ter caprichado no espaço para os ocupantes, o que prejudicou as dimensões do compartimento de bagagem, porém não é dos piores.

Um ponto a ser analisado antes de fechar negócio é o valor do seguro que costuma ser mais caro do que de outros carros da mesma categoria.

Preços das peças como já citei no inicio, não são motivos para preocupações.

Termino usando uma frase que ouço com frequência de muitos consumidores satisfeitos que conheço: é um Volkswagen! Assim, não preciso dizer mais nada.

Pontos fracos:

  • Coxins de suspensão e câmbio, que costumam trincar com certa frequência;
  • Vazamentos de óleo no motor e câmbio;
  • Ruídos internos, do acabamento do painel e das forrações das portas.

Pontos fortes:

  • Bom desempenho;
  • Espaço interno;
  • Dirigibilidade.

Peugeot 207 SW Escapade 1.6 16V Flex – Faixa dos R$ 25.000,00

Ano: 2009

Compacta e esportiva ela pode ser uma boa opção no meio de tantos carros usados, tanto que você não pretenda carregar muita bagagem e se o espaço interno não for sua prioridade, ideal para uma família pequena.

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Não posso escrever sobre as mesmas qualidades do modelo anterior em relação ao espaço interno. E o que dizer do tamanho do porta-malas? Infelizmente, é menor que a da Corsa Wagon!

Porque comprar uma SW tão pequena?

Ela tem um visual esportivo, e vem bem recheada de série, com um preço bem interessante.

Então, isso tudo pode agradar os amantes do modelo, que viajam sozinhos ou com no máximo duas pessoas atrás, e que não se preocupam com o bem estar dos caronas.

Pensando ainda no espaço oferecido, é um ótimo carro se a principal ocupante do banco traseiro for sua sogra. Bem, deixa pra lá.

Fato que o carro é realmente acanhado, pois o espaço interno é o mesmo do 207 hatch, e se você assim como eu, gosta de dirigir com o banco totalmente recuado para trás, terá sérios problemas quando quiser levar alguém no assento traseiro.

Em matéria de desempenho, o bom motor flex de exatas 1.587 cilindradas e 16 válvulas desenvolve 113 cavalos de potência fazendo com que arrancadas e retomadas sejam satisfatórias, levando o carrinho aos 172 km/h de velocidade máxima.

Particularmente não gosto dos engates do câmbio manual, pois o considero áspero e impreciso. No meu caso eu optaria por outra versão do 207 SW que pode vir equipada com câmbio automático.

Domar os 113 cavalos do motorzinho da Peugeot é agradável, responde bem aos toques no acelerador e o câmbio ajuda o motor acordar com as reduções que se faz necessário já que estamos falando de um propulsor16v.

No quesito gasto de combustível, os números alcançados são 6,7 km/l (cidade), 9,3 km/l (rodoviário) com álcool e 8,3 km/l no trânsito urbano e 12,1 km/l na rodovia usando gasolina, algo que não foge muito do alcançado por seus concorrentes.

Dos 313 litros de capacidade do porta-malas, realmente nem sei o que dizer. Considero algo falho, quando se pensa no segmento do veículo.

Outro ponto que leva a agir mais racionalmente para se decidir pela compra, é o preço das peças, que considero salgado mesmo se tratando de peças paralelas. Piorando ainda mais quando você opta comprar peças originais.

Se você gosta do carro, não faz questão de espaço, tem uma boa quantia de dinheiro guardada para gastar quando a reposição de peças se fizer necessário, ou não se importa em desembolsar um pouco mais com manutenções, compre sem medo.

Pontos fracos:

  • Manutenção cara;
  • Espaço interno;
  • Volume do porta-malas.

Pontos fortes:

  • Bom desempenho;
  • Nível de equipamentos;
  • Visual.

Renault Mégane Grand Tour Dynamic 2.0 Automático – Faixa dos R$ 35.000,00

Ano: 2008

Conforto e prazer ao dirigir traduzem bem o que sinto em relação à perua da Renault, um das boas opções de carros usados com preço atrativo.

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Completíssima, com um ar moderno, ainda chama atenção pelas ruas. A frente é a mesma da versão sedã, que não é lá grande coisa.

Considero a traseira, o detalhe mais bonito do carro, as lanternas têm um desenho que agradam, finalizando com uma invejável área envidraçada que favorece a visibilidade e facilitam muito às manobras.

A SW Renault pode surpreender de maneira positiva, até as pessoas mais exigentes.

O automóvel da Renault tem boas dimensões, que se reflete num bom espaço para os ocupantes.

O acabamento interno é de boa qualidade, cheio de mimos. Tecido aveludado nos bancos ou revestimento em couro eram as opções da época.

Como é um carro grande, o Mégane Grand Tour tem ótimo espaço interno.

Os botões de acionamento estão bem localizados, com destaque para o comando do som na coluna da direção que é regulável em altura e profundidade. A posição de dirigir é excelente.

Em relação à segurança, tudo está em dia, air bag para motorista e passageiro, freios abs, e ainda conta com encostos de cabeça e cintos de três pontos retráteis para todos os ocupantes.

O porta-malas é gigante, que a meu ver é o que se espera de uma perua, com espaço muito bom para as bagagens da sua família, afinal são 520 litros de capacidade.

A direção com assistência elétrica é muito macia e gostosa de manusear.

Seu motor 2.0 de 16 válvulas com 138 cavalos de potência tem bom torque já nas baixas rotações, mas, quando se acelera fundo e o giro sobe, o ruído chega incomodar um pouco.

Nada que uma boa musica vinda do razoável som original com leitura para mp3 não ajude nestes momentos.

A velocidade máxima é de 194 km/h.

O desempenho é satisfatório, já o consumo médio de gasolina na cidade é de 8,4 km/l e na estrada, chega a razoáveis 12 km/l.

Para acionar o motor, basta inserir o cartão de partida no painel e apertar o botão start.

O câmbio automático seqüencial Proactive, de quatro marchas, é aquele que se adapta à forma de dirigir do motorista, entendendo as reações nas diferentes maneiras de condução.

Acho lamentável que o câmbio conte apenas com quatro velocidades, isso faz com que o consumo se torne elevado.

Existe a opção de trocar as marchas manualmente. Trata-se de um bom câmbio, mas as arrancadas e retomadas são lentas, principalmente com ar-condicionado ligado.

Atenção especial com as primeiras versões da Grand Tour, fabricadas até 2007. Muitas sofreram de uma série de problemas elétricos crônicos. Outras se apresentaram com para-brisa trincado, fechaduras que não funcionavam e portas desalinhadas. Algumas não tiveram os problemas solucionados enquanto estavam na garantia, então é melhor evitá-las.

Certifique-se que o cartão-chave está funcionando bem, uma nova chave só pode ser comprada na concessionária, e o preço que se pode desagradar.

Outro ponto que pesa contra a SW, são as portas que não raramente se encontram desalinhadas.

Elas ficam difíceis de abrir e fechar e podem apresentar barulhos nas borrachas de vedação. Aliás, algumas apresentam problemas na vedação também, se o carro estiver com cheiro de mofo, desconfie de infiltrações.

Difícil é diferenciar uma porta desalinhada de fábrica, de uma trocada após um acidente. Se tiver dificuldades chame um funileiro, antes de fechar o negócio.

O carro é muito bom de andar, confortável, espaçoso e de quebra tem desenho ainda moderno com belas linhas harmoniosas.

Porém o preço das peças pode desestimular a compra, visto que são meio salgadas e algumas só são encontradas nos concessionários.

Pontos fracos:

  • A trepidação no sistema de embreagem é comum, e só pode ser eliminada com a substituição do conjunto;
  •  Falhas na assistência elétrica da direção indicam mau contato no chicote elétrico ou problema na fixação do módulo do sistema;
  • Preste atenção no estado da forração dos painéis de porta que não devem estar descascadas. Maçanetas internas podem apresentar folgas. E os difusores de ar devem estar íntegros. Pois são peças relativamente caras e difíceis de encontrar.

Pontos fortes:

  • Espaço interno;
  • Nível de equipamentos;
  • Capacidade do porta-malas.

Toyota Corolla Fielder Xei 1.8 16v Automático – Faixa dos R$ 35.000,00

Ano: 2007

A perua da Toyota é um modelo conhecido no mercado de carros usados como um veículo que não dá manutenção.

Vou tentar traduzir as minhas impressões baseadas no que leio a respeito do carro, para não cair na besteira de falar mal de um carro que se vende sozinho, pelo sucesso que conquistou através da baixa manutenção.

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Então posso afirmar que é uma perua que não dá problema, pois as qualidades são as mesmas do sedã.

O Toyota Fielder é um Corolla com uma traseira mais sedutora, com todo respeito, é claro.

Se você já dirigiu um Corolla, sabe como o Fielder se comporta, pois a condução dos dois é muito parecida.

Da porta traseira para trás, a Fielder é um carro totalmente diferente do sedã. Ela é 8 centímetros menor que o corolla. O motivo para diminuir o carro se deve ao estilo, assim o visual ficou mais compacto e esportivo.

O acabamento interno é bom, mas tem um jeitão bem conservador. Botões grandes que comandam temperatura, ventilação e ar condicionado, estão em destaque no centro do painel.

O porta-malas é apenas razoável, por ser menor que o sedã, a capacidade de carga acabou sendo prejudicada, mas não é de todo ruim, é capaz de comportar 411 litros, decepciona quando nos lembramos do amplo bagageiro da Renault Grand Tour.

Muito segura, trás duplo air bag dianteiro e freios abs, fica devendo o terceiro encosto de cabeça e cinto de segurança de três pontos para o passageiro do meio.

Seu espaço interno é considerado bom, e acomoda bem os passageiros do banco traseiro.

A direção hidráulica é boa e o volante oferece boa empunhadura, fazendo com que dirigi-lo seja muito agradável.

Seu motor VVTi , com comando de válvulas variável, de 1794 centímetros cúbicos e 16 válvulas gera 136 cavalos de potência, o que lhe confere bom um bom torque e leva o carro a uma velocidade máxima de 186 km/h.

O desempenho é bem satisfatório. E o consumo na cidade, alcançou números de 8,6 km/l e na estrada marcou 12,9 km/l, resultados bem próximos dos alcançados pela Grand Tour.

O câmbio me desagrada por ser de quatro marchas. Além disso, peca por não ter opção de trocas sequenciais, mas se comporta bem na medida do possível. O importante é que você não precisa se preocupar com as trocas de marcha, e assim evita o cansaço do anda e para no trânsito urbano.

Pela ótima fama de carro que não quebra, revender não é uma tarefa difícil e os valores não caem muito com o passar dos anos.

O preço das peças originais é caro, ainda mais se comparados a outros veículos nacionais. Porém o investimento pode compensar, visto que o carro é aclamado pela pouca manutenção.

Então se você procura conforto e despreocupação, a Fielder pode ser uma ótima opção para você colocar na garagem. Ela é um carro para o uso familiar com todo o conforto e tecnologia do Corolla.

Pontos fracos:

  • Peças caras;
  • Câmbio automático de 4 marchas;
  •  Tamanho reduzido do porta-malas.

Pontos fortes:

  • Desempenho;
  • Robustez;
  •  Acabamento.

Fiat Palio Adventure Locker Dualogic 1.8 Flex – Faixa dos R$ 45.000,00

Ano: 2012

A compra de carros usados novinhos, ou seminovos como as revendedoras costumam chamar é algo que se faz com muito mais tranquilidade do que comprar carros de anos inferiores.

Por isso, comprar uma Fiat Palio Adventure 2012, não é uma coisa difícil de realizar.

Palio adventure Locker 1.8 FlexDualogic_carro-grande-sw

O acabamento interno é apenas regular, com materiais de qualidade e arremates corretos.

Espaço é apenas suficiente para uma perua compacta, e só oferece conforto para dois adultos no assento traseiro.

No banco traseiro, há três apoios de cabeça, entretanto o cinto traseiro central continua sendo de dois pontos.

O porta-malas tem de 460 litros de capacidade, espaço suficiente para a bagagem da família.

A direção leve agrada a condução.

A visibilidade é muito boa, e facilita as manobras.

Comandos de vidros e de computador de bordo estão bem ao alcance das mãos.

O motor é o Fiat E.torQ 1.8 16V, de 130/132 cv gasolina/álcool, até que se comporta bem, porém quando carregado e com o ar condicionado ligado, o desempenho piora significativamente, e o torna um pouco mais lento.

O consumo não empolga, bebendo etanol faz na cidade 7 km/l e na estrada 8,1 km/l, com gasolina os números melhoram, mas o consumo ainda é alto, 10,2 km/l no trânsito urbano e apenas 11,7 km/l na rodovia.

O câmbio dualogic de cinco velocidades é bom, melhorou bastante, mas o comportamento ainda é áspero.

Com o locker, que é um sistema que bloqueia o diferencial, pode se até levar o carro para uma leve aventura fora de estrada.

O preço das peças se encontra na mesma faixa dos concorrentes nacionais e não assusta, mas poderiam ser mais baratas.

Você que aprecia carros com visual fora de estrada, e não precisa de muito espaço interno, e quer uma perua um pouco mais nova e “barata”. Parece que a Adventure é uma opção a ser levada em conta.

Pontos fracos:

  • Alarme dispara sozinho;
  • Verificar os engates do câmbio dualogic, que podem apresentar problemas;
  • Luz espia do reservatório de partida a frio não se apaga, mesmo estando completo.

Pontos fortes:

  • Boa revenda;
  • Conforto;
  • Visual.

Agora resta você decidir quanto quer gastar e passear vários dias procurando no mercado de carros usados, a perua que melhor atende suas necessidades.

Valor abaixo do pedido pelo mercado pode indicar problemas com o carro.

Se você não tem muito conhecimento, procure alguém que possa lhe auxiliar.

Por mais que seja uma tarefa árdua, procure por carros em excelente estado de conservação, normalmente isso é sinônimo de despreocupações futuras.

Boa sorte e boa compra!

  • MLS

    RESUMINDO TODOS OS CARROSCOM PONTOS FRACOS PROBLEMATICOS ENTAO VOU COMPRR UM FUSCA,PORQUE NAO TEM UM CARRO Q A GENTE POSSA CONFIAR E TER MENOS PROBLEMAS,ENTAO PERDI MEU TEMPO LENDO ISSO.

  • Rodirley Ferreira

    Bom dia.
    Tenho um gol bolinha 99, desde de 2003. O carro não tem nada, quando digo nada, é nada mesmo, não tem marcador de temperatura, não tem temporizador do limpador de parabrisa, aquele onde ele limpa, para, limpa e para. Enfim, estou com desde 2003, já se vão 13 anos e finalmente creio que está chegando a hora de trocar. Tenho duas opções por tudo que pesquisei, o coração ou a razão. O coração diz pra ir de megane/meganegt, tem mais conforto, segurança e tudo mais, seria um dynamic 1.6, porém as peças são caras, manutenção em geral também, estamos quase em 2016 e os ultimos fabricados são os Grand tour em 2013, ou seja, irá se desvalorizar ainda mais e também acredito que meu bolso não poderá pegar um desse último ano. A razão diz pra eu comprar um versa da nissan, carro que está com a fabricação à todo vapor, sem planos por enquanto pra sequer uma reestilização. A manutenção é mais barata, as peças também, além do que pude verificar, são mais fáceis de se encontrar. Como podem ver, fiquei com o carro mais de 10 anos, talvez não fique tanto, mas com certeza não será menos do que 5 anos.
    Alguma dica???

  • Olá, gostaria de falar em particular, se puder me mandar um email, tenho interesse em fazer parceria com um whriter do ramo automobilístico.
    Se puder me contatar por favor.
    Abraços

  • Michael

    O Senhor comentou que a Palio Weekend adventure locker dualogic chega a fazer 10 km/l fiquei com dúvida, pois vários proprietários relatam no máximo 7

  • Danilo Lira

    Obrigado, gostei das suas críticas. Estou pensando em mudar para um SW, você tem intenção de fazer um review dos carros que estão em linha hoje?
    Desde já agradeço.

  • Alysson

    Gostei das dicas, pena que alguns comentários como desse imbecil de MLS, as dicas eram sobre peruas, e todo carro tem seus defeitos, eu disse todos, sem exceção, já que ele gosta de fusca (rsrsrs) que nem considero um carro (desculpem) que também tem um monte de defeitos e ultimamente andam mais em oficinas do que nas ruas, aliás mecânicos já estão torcendo o nariz quando veem um fusca chegando em sua oficina, mas tudo bem.